A história do pacote Office e Microsoft 365: do onipresente CLIPPY à IA COPILOT

Resumo feito com IA. Não use como fonte de consulta!

O Microsoft Office, um pacote de ferramentas digitais essenciais para criação de conteúdo, teve sua trajetória iniciada oficialmente em agosto de 1988, quando Bill Gates anunciou sua primeira versão. Concebido como uma suíte de programas oferecida a um preço mais vantajoso do que a compra individual de cada software, o Office foi lançado comercialmente em 1989, curiosamente primeiro para o sistema Macintosh da Apple, devido à popularidade desses computadores na época.

A primeira versão para Windows surgiu apenas em outubro de 1990, composta pelo trio original Word 1.1, Excel 2.0 e PowerPoint 2.0. Estes programas, no entanto, não eram novidade; o Word existia desde 1983, o Excel foi lançado em 1985 para dominar o mercado de planilhas, e o PowerPoint foi adquirido pela Microsoft em 1987. Na época, a concorrência era formada por programas como WordStar, WordPerfect e Lotus 1-2-3, que não conseguiram acompanhar a transição para o ambiente gráfico do Windows.

A evolução do pacote foi marcante com o Office 95, que introduziu uma nova nomenclatura baseada no ano e uma logo icônica. Esta versão expandiu o pacote com novos programas como o Access para bancos de dados. Do fracassado projeto Microsoft Bob, a empresa aproveitou a ideia de assistentes virtuais, introduzindo figuras como o famoso Clippy (o clipe de papel) no Office 97, um personagem que se tornou cult apesar de irritar muitos usuários.

O pacote continuou a evoluir com versões como o Office 2000, que introduziu medidas antipirataria, e o Office XP, que trouxe uma interface redesenhada e recursos experimentais de reconhecimento de fala e escrita. O Office 2003 adicionou o OneNote e o suporte a formatos XML (como .docx e .pptx), tornando os arquivos mais leves, seguros e compatíveis, respondendo a críticas sobre os formatos proprietários anteriores.

Uma das maiores mudanças na interface aconteceu com o Office 2007, que substituiu os menus tradicionais pela interface Ribbon (ou Faixa de Opções), concentrando os recursos em abas dinâmicas e ícones visíveis. Esta versão também popularizou o suporte nativo para exportação em PDF. Nessa época, o domínio da Microsoft no mercado de suites de escritório era esmagador, com a concorrência sendo principalmente softwares livres, já que o Google Docs ainda ganhava terreno lentamente.

Um ponto de virada fundamental ocorreu em 2011 com o lançamento do Office 365, marcando a transição da empresa para um modelo de assinatura baseado na nuvem. Este modelo, embora não fosse popular entre todos os usuários, oferecia os programas de forma recorrente junto com serviços adicionais de armazenamento (OneDrive) e comunicação (Skype). Versões tradicionais, como o Office 2013 e 2016, ainda foram lançadas, mas a estratégia clara da Microsoft era migrar os usuários para a nuvem.

Em 2020, o Office 365 foi reformulado e renomeado para Microsoft 365, refletindo sua natureza como um ecossistema mais amplo de serviços na nuvem que inclui o Teams, sucessor do Skype. A empresa ainda lança versões com licença perpétua, como o Office 2021 e o mais recente Office 2024, mas a ênfase e as inovações mais recentes, como a integração da inteligência artificial por meio do Copilot, estão concentradas no modelo de assinatura do Microsoft 365, que possui planos variados, porém com valores considerados elevados.

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